Caiu-lhes mesmo alguma coisa na pinha
Sou fã dos Astérix desde que comecei a pegar em livros com outro intuito que não riscá-los com canetas de feltro. Tenho todos, lidos e relidos várias vezes - sobretudo o meu preferido, "Astérix, O Legionário". Como os outros seguidores, também senti que os álbuns perderam parte do seu encanto com o acumular de responsabilidades de texto e desenho por parte de Uderzo, depois da morte de Goscinny. Mas não deixei de comprar os livros religiosamente e até gosto de álbuns mais recentes, como o caso do mal-amado "A Rosa e o Gládio". A fase pós-1977 não era o mesmo que a época aúrea, é certo, mas tinha bons momentos e boas ideias.
Posto isto, comprei hoje a 33ª aventura da saga dos irredutíveis gauleses. Agarrei em "O Céu Cai-lhe Em Cima da Cabeça" e paguei-o sem sequer o abrir para folhear. Afinal, é um Astérix!
Escrevo este post numa altura em que ainda só cheguei à página oito (sendo que a saga propriamente dita, apresentações de personagens da praxe à parte, começa na página quatro). E não queria acreditar nos meus olhos. Não, não podia ser possível. Eu até sou uma gaiata permissiva. Dada à inovação. Ao trilhar de novos caminhos. Mas... ALGUÉM ME EXPLICA QUE RAIO ESTÁ A FAZER UM EXTRATERRESTRE NUMA AVENTURA DO ASTÉRIX?!?
1 Comments:
Filipe: Então e passado o choque inicial, o livro presta ou nem por isso?
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